Etc etc e tal
N�o deve significar muita coisa meu nome, signo, estado civilis, o que fa�o, o que tenho. Mas este ser� especificamente um blog sobre minha vida, com ou sem lirismo. Gosto de intensidade, de rir alto, falo alto, abra�o muito. Arte. Cheiro de gasolina, terra molhada. Prefiro o dia, o campo, mostarda, por favor. C�lica. Roupas estampadas de flores. Andar descal�a. Vontade de morar pelo Sul, de ter um s�tio para plantar, colher e ver a flor se abrir. Preocupo-me com a consci�ncia mundial e por gostar de batata-frita e outras bobagens. Sens�vel. Viciada em cole��o de pap�is espalhados por muitas caixas e gavetas.


Odeio
tudo tanto quanto...
Amo

Lendo
Sobre Antonin Artaud, Carlos Drummond (a insone arquitetura, Carlos Viana). Lendo Quando Nietzsche chorou (Irvin Yalom), Todos os dias (Osho), A Caverna (Saramago), muita xerox e muito dicion�rio Aur�lio.

Ouvindo
Chico, Paulinho Moska, Otto.

Contato
geovanacnunes@hotmail.com

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Nos por enquantos da vida - N�o busco chegar a um ponto, mas nem por isso estou perdida. Tenho umas cole��es de boas lembran�as, de livros que li, de musicas que n�o me afetam, de sonhos que eventualmente me d�o chutes na canela e me fazem sorrir com a cordialidade de "Ah, voc�s est�o ai". Na cole��o de borboletas que tive, todas voaram. E assim vou-me deleitando nos vest�gios dos sentidos. Conforme o caos e a magia.


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13/04/2004 18:19
A beleza que conhecemos é da rosa arranchada e depois murcha

Muito do que é belo nos aprisiona,
hipnotiza, anestesia, nos cega.

Passamos a vida inteira buscando o que é belo, nobre, virtuoso. Se olharmos ao redor, tout est magnifique. Então, passamos a vida inteira atrás de desvendar essa beleza das coisas, mas enquanto a procuramos e na sede por encontrá-la, deixamos nossa visão se ofuscar por tudo que insiste em se anunciar como certo, bom, único.

Sentimentos, ideais, pessoas, lugares são belos, mas no mundo a beleza não é como uma obra-plástica, ela muda, sinta-a. Ela existirá na tragédia e na comédia. Somos capazes de encontrá-la numa vida miserável e por um segundo numa vida luxuosa. O amor pode ser nobre, como também escravo, a ira, sublime... um único momento em que definimos o que é e não é. Achar isso é o maior engano, mais uma vez deixamo-nos envolver pelo veneno dessa magia.

Enquanto alguns brindam e bebem do lixo.
enviada por Estúpida






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