Etc etc e tal
N�o deve significar muita coisa meu nome, signo, estado civilis, o que fa�o, o que tenho. Mas este ser� especificamente um blog sobre minha vida, com ou sem lirismo. Gosto de intensidade, de rir alto, falo alto, abra�o muito. Arte. Cheiro de gasolina, terra molhada. Prefiro o dia, o campo, mostarda, por favor. C�lica. Roupas estampadas de flores. Andar descal�a. Vontade de morar pelo Sul, de ter um s�tio para plantar, colher e ver a flor se abrir. Preocupo-me com a consci�ncia mundial e por gostar de batata-frita e outras bobagens. Sens�vel. Viciada em cole��o de pap�is espalhados por muitas caixas e gavetas.


Odeio
tudo tanto quanto...
Amo

Lendo
Sobre Antonin Artaud, Carlos Drummond (a insone arquitetura, Carlos Viana). Lendo Quando Nietzsche chorou (Irvin Yalom), Todos os dias (Osho), A Caverna (Saramago), muita xerox e muito dicion�rio Aur�lio.

Ouvindo
Chico, Paulinho Moska, Otto.

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Nos por enquantos da vida - N�o busco chegar a um ponto, mas nem por isso estou perdida. Tenho umas cole��es de boas lembran�as, de livros que li, de musicas que n�o me afetam, de sonhos que eventualmente me d�o chutes na canela e me fazem sorrir com a cordialidade de "Ah, voc�s est�o ai". Na cole��o de borboletas que tive, todas voaram. E assim vou-me deleitando nos vest�gios dos sentidos. Conforme o caos e a magia.


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29/03/2004 17:26
"Viver não dói.
O que dói é a vida que não se vive.


Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por que? Porque automaticamente, esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como o Universo: "se iludindo menos e vivendo mais"!!!

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.

A dor é invevitável! O sofrimento é opcional!"


(Emílio Moura)
amigo do Drummond
enviada por Estúpida






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